Época: Auge popular entre o final dos anos 1970 e o início dos anos 2000.
"Houve um tempo em que controlar a programação da TV era um luxo que exigia uma fita preta e um aparelho robusto. O vídeo cassete não foi apenas um eletrodoméstico; foi a chave que libertou o espectador da grade fixa das emissoras. O ritual de inserir a fita, ouvir o som mecânico do carregamento e o barulho característico do 'rebobinar' fazem parte da nossa memória afetiva. Seja assistindo a um filme alugado na locadora no fim de semana ou gravando o capítulo da novela para ver depois, o videocassete democratizou o acesso ao audiovisual e transformou a sala de estar no nosso próprio cinema analógico."
O que substitui hoje: Serviços de streaming (Netflix, YouTube) e gravadores digitais (DVR).
