Época: Auge popular entre as décadas de 1960 e 1980, persistindo como item de afeto até hoje.
"Houve um tempo em que os tesouros não eram digitais, mas feitos de vidro colorido e carregados no bolso. As bolinhas de gude não eram apenas um brinquedo; eram moedas de troca, prêmios de vitória e símbolos de amizade. O ritual de desenhar o 'triângulo' na terra, a concentração no 'tiro' e a alegria de conquistar uma 'mexicana' ou uma 'olho de gato' fazem parte da nossa memória afetiva. As bolinhas de gude nos ensinavam que a felicidade não precisava de baterias ou ecrãs, apenas de criatividade, paciência e o chão poeirento da nossa rua para celebrar a magia."
O que substitui hoje: Consoles de videogame modernos, jogos de tabuleiro digitais e redes sociais.
