Época: Auge entre as décadas de 1960 e 1980, sendo a principal forma de reprodução de documentos nas escolas e escritórios brasileiros.
"Houve um tempo em que as provas e os trabalhos escolares não eram impressos em impressoras a laser rápidas e silenciosas, mas reproduzidos à mão, com um cheiro característico de álcool e tinta roxa. O mimeógrafo não era apenas um aparelho de reprodução; era o centro de produção gráfica de toda escola brasileira. O ritual de digitar o estêncil, prendê-lo ao tambor, abastecer com álcool e girar a manivela rítmicas vezes fazem parte da nossa memória afetiva. O mimeógrafo nos ensinava que a alegria de uma cópia bem feita não precisava de tecnologia avançada, apenas de paciência, esforço físico e o aroma inconfundível de uma era que não conhecia o 'Ctrl+C, Ctrl+V', mas que sabia valorizar cada página roxa e borrada."
O que substitui hoje: Impressoras multifuncionais a laser ou jato de tinta, fotocopiadoras digitais e documentos online.
