Época: Auge popular entre as décadas de 1960 e 1980, persistindo como item de afeto até hoje.
"Houve um tempo em que as ruas não eram apenas para carros; eram pistas de corrida para os nossos sonhos de madeira e metal. O carrinho de rolamentos, muitas vezes construído com restos de tábuas de construção e rolamentos mecânicos 'emprestados' da oficina do pai, era o símbolo máximo da engenharia e da aventura doméstica. O ritual de o empurrar até ao topo da ladeira, o som característico dos rolamentos a vibrar no asfalto e a emoção de o guiar com os pés fazem parte da nossa memória afetiva. O carrinho de rolamentos nos ensinava que a alegria não precisava de tecnologia avançada, apenas de criatividade, coragem e um grupo de amigos para celebrar a velocidade do vento no rosto. Um tempo em que cada descida era uma conquista e cada arranhão uma medalha de honra."
O que substitui hoje: Consoles de videogame modernos, trotinetas elétricas e skates de alta performance.
