Época: Ícone de decoração e precisão artesanal, muito popular entre as décadas de 1950 e 1980.
"Houve um tempo em que as horas não passavam em silêncio; elas eram celebradas por um pequeno habitante de madeira. O relógio de cuco, com as suas pinhas de metal penduradas e o pêndulo a balançar ritmadamente, era mais do que um marcador de tempo: era o coração pulsante da sala. O ritual de puxar as correntes para lhe dar 'corda' e a antecipação do momento em que a pequena porta se abria para revelar o pássaro cantores faziam parte da magia do quotidiano. Ter um cuco na parede era trazer um pouco da floresta e da tradição para dentro de casa, transformando a passagem das horas num espetáculo mecânico que fascinava crianças e adultos, lembrando-nos de que o tempo, embora imparável, pode ter uma voz amiga e artesanal."
O que substitui hoje: Relógios digitais, ecrãs de telemóvel e dispositivos inteligentes silenciosos.
